Nasdaq cita SBMT em matéria sobre vacina contra a dengue

Publicação: 14 de abril de 2015

Esclarecimento do presidente da SBMT, Dr. Mitermayer Galvão dos Reis, sobre vacina contra a dengue é utilizado como referência em reportagem do site da bolsa de valores norte-americana

Para o coordenador das Mídias da entidade, Dr. Carlos Henrique Costa, o reconhecimento é o coroamento do trabalho global feito pela Sociedade

Para o coordenador das Mídias da entidade, Dr. Carlos Henrique Costa, o reconhecimento é o coroamento do trabalho global feito pela Sociedade

Segundo maior mercado de ações do mundo, depois da Bolsa de Nova York, a Nasdaq é uma referência internacional na área econômica. Como parâmetro na área das doenças tropicais, o mercado de ações elencou o presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT) entre as reportações para matéria sobre o andamento da produção de uma vacina contra a dengue que pode movimentar valores bilionários.

A vacina, de acordo com a reportagem, pode alcançar US$ 1,4 bilhão em movimentação de mercado em um ano. Apesar de ser descrita desde o século XVI, até hoje a doença – que, segundo o texto publicado na Nasdaq, pode afetar até 390 milhões de pessoas por ano – não conta com uma vacina ou um tratamento específico.

A matéria leva em conta a opinião do então vice e atual presidente da SBMT, Dr. Mitermayer Galvão dos Reis, em uma reportagem publicada no portal da entidade em setembro de 2012. Na época, o Dr. Mitermayer afirmou que empresas como a Merck e a GlaxoSmithKline – esta última em parceria com a Bio-Manguinhos/Fiocruz – estavam trabalhando na elaboração de uma vacina contra a dengue.

O trecho utilizado chama para a matéria no portal da SBMT, na versão em inglês. Para o coordenador das Mídias da entidade, Dr. Carlos Henrique Costa, o reconhecimento é o coroamento do trabalho global feito pela Sociedade. Ainda de acordo com ele, a decisão de divulgar em duas línguas (português e inglês) os materiais na página deve-se a necessidade de dialogar com os demais povos tropicais.

“A língua do mundo hoje é o inglês. Então, se quisermos falar com outros povos tropicais, é preciso falar em inglês. Essa decisão (de divulgar todos os materiais de forma bilíngue) também mostra a repercussão do trabalho da SBMT entre os principais atores internacionais, que estão no vendo agora”, disse.

O Dr. Carlos Henrique ainda ressaltou o alcance das mídias para a divulgação do trabalho voltado para as doenças e problemas tropicais, como a fome e a violência. “Com a repercussão da SBMT nas redes sociais, especialmente no Facebook, tem atraído um público diferente do acadêmico para os temas dos trópicos”, conclui.