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NOTÍCIAS DA SBMT NOS COMITÊS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE |
Dr Lauro Pinto Neto - representante da SBMT - lauropintoneto@gmail.com
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Noticias
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Quarta, 6 de fevereiro de 2008, 20h15
O Ministério da Saúde contabilizou 50 notificações de suspeitas de febre amarela no País. O último caso, ainda em análise, é de uma pessoa que mora em Minas Gerais e que, provavelmente, foi infectada em área de mata de Goiás.
Embora as autoridades de Saúde já tenham descartado a infecção por febre amarela em 21 dos 50 casos, outras quatro ocorrências continuam sob análise. Os casos confirmados da doença totalizam 25, sendo que 13 deles resultaram na morte do infectado.
Segundo boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, os prováveis locais de infecção já confirmados ocorreram em áreas silvestres de Goiás, do Mato Grosso do Sul e do Distrito Federal, que, das 25 confirmações, registraram, respectivamente, 18, quatro e três ocorrências.
Entre os infectados, há 17 homens, com idades variando de 22 a 64 anos. O ministério alega não ter sido possível comprovar se 92% foram vacinados. Os 8% restantes haviam sido vacinados há mais de dez anos.
O primeiro caso de febre amarela silvestre foi confirmado no dia 17 de dezembro de 2007. O último caso, ainda sob suspeita, foi registrado no dia 21 de janeiro de 2008.
Ainda segundo o ministério, entre janeiro e novembro de 2007, 46 localidades de todo o Brasil notificaram que macacos haviam morrido em condições suspeitas. Destas notificações, em apenas quatro localidades foi verificada a ocorrência de febre amarela silvestre.
Já de dezembro de 2007 até esta quarta-feira, já foram notificadas mortes de macacos em 249 localidades de 141 municípios. O ministério informou que 11,471 milhões doses de vacinas contra a doença já foram distribuídas em todos os Estados e no Distrito Federal desde dezembro passado.
O ministério assegurou que os critérios para a distribuição de vacinas têm observado a ocorrência de casos humanos e animais de febre amarela silvestre. Como as pessoas foram infectadas em uma área geográfica que compreende o Distrito Federal, Goiás, Tocantins, Mato Grosso do Sul e as regiões noroeste de Minas Gerais e de São Paulo, o ministério recomenda que tomem a vacina as pessoas não vacinadas nos últimos 10 anos, residentes ou que se dirijam para as áreas afetadas, desaconselhando a revacinação em período inferior a 10 anos da última dose.
Outra recomendação às secretarias estaduais de Saúde das áreas afetadas é dar prioridade na vacinação de quem ainda não tenha recebido a primeira dose, além de investigar devidamente cada registro de morte de macaco.
Fonte: Agência Brasil
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